O trabalho de reforma orientado pela ministra Regina Helena conjuga valores que podem transformar a cultura atual de correr aos tribunais
A realidade das disputas judiciais sobre tributos no Brasil é desalentadora. Quando se acrescenta detalhes estatísticos à cena, o desalento se acentua. O relatório “Justiça em Números 2022”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é contundente: processos de execução fiscal são cerca de 35% do total de casos pendentes e 65% das execuções pendentes no Judiciário. De cada cem processos tramitados, não mais que dez foram baixados em 2021.


